expr:class='"loading" + data:blog.mobileClass'>

Subscreve a Newsletter Semanal

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Desafio de Cinema (47/52) - Premiado



Apesar de no dia de hoje se comemorar o Dia Nacional do Pijama, o assunto já foi tratado com o devido destaque ontem (se não viste o post, podes ver aqui). O que significa que este dia está reservado para mais um dos derradeiros temas do Desafio de Cinema, projecto incrível e que muito bem tem feito aos meus conhecimentos de cinéfila amadora e aspirante a crítica de Cinema.

Pronto, estava a brincar. Mas só no que diz respeito à crítica, ok? Posto isto, o tópico/tema que me era pedido tratava-se de eleger um filme premiado. Coisa difícil, pois pressupõe-se que filmes muito premiados são de grande qualidade, logo complicados de eleger apenas um no meio de tantos. Como continuo a procurar escolhas menos recentes, por acreditar serem menos conhecidas de muitas pessoas, fui puxar pela memória em busca do filme perfeito para se considerar um Premiado. 

Curiosamente, encontrei a resposta ao visitar um blog - peço imensa desculpa mas não consegui encontrá-lo - onde a menina contava que, depois de tanto lhe falarem neste filme, decidiu ver e ficou rendida. Depois disso, ficou claro que esta categoria seria preenchida com O Silêncio dos Inocentes. Além de contar com um actor brilhante, Anthony Hopkins, tem um enredo tão bom e fascinante que é impossível assistir a este filme e não ficar totalmente seduzido por Hannibal Lecter. 

É um filme icónico, que ganhou inúmeros prémios, dos mais óbvios aos menos conhecidos do grande público, e que marcou toda uma geração que colocou a fasquia do terror psicológico num outro nível. Tão boa era a história e tão rico era este personagem principal, que outros três filmes foram lançados. Uma sequela e dois prelúdios. Todos igualmente interessantes e bem feitos. No entanto, apesar de existirem filmes que contam como surgiu este vilão, acredito sinceramente que os estreantes devem começar por O Silêncio dos Inocentes para só depois descobrir onde se encaixam as restantes peças. 

E tu, já conhecias este filme? Qual a tua opinião sobre ele?


Sinopse
Um psicopata está a raptar e a assustar jovens mulheres por todo o Midwest. Com o intuito de tentar perceber a mente do assassino, o FBI manda a agente Clarice Starling entrevistar um prisioneiro demente que poderá fornecer informações psicológicas, bem como pistas para o comportamento do homicida. Este prisioneiro, o psiquiatra Hannibal Lecter, é um canibal assassino e extremamente inteligente, que só concordará em ajudar Starling se esta saciar a mórbida curiosidade de Lecter com detalhes da sua complicada vida. Esta relação deturpada obriga Starling não só a confrontar os seus próprios demónios, mas também a encarar, face a face, um louco e horrendo homicida, uma tão poderosa encarnação do mal que ela poderá não ter a coragem ou força suficiente para o travar.


Acompanha o Desafio de Cinema - 52 Filmes em 52 Semanas e vê os próximos temas. 

domingo, 19 de novembro de 2017

20 de Novembro - Dia Nacional do Pijama



Eu sei que ainda hoje é Domingo e só amanhã será o tal Dia Nacional do Pijama, mas a pessoa tem que se adiantar ao calendário, caso contrário não está preparada para receber tão importante efeméride. Infelizmente, nem todos poderão se dedicar à arte de "pijamar" pois nos vossos locais de trabalho, tal como no meu, não iriam achar muita piada ao sucedido. Para grande sorte a minha, estou de folga e pretendo aproveitar a data para ostentar o meu lindo pijama pela casa.

Aliás, esta é uma temática já abordada em tempos, quando sugeri Pijamas para a Passagem de Ano, pois nenhuma pessoa que se prese pode resistir a um bonito pijama, mais ainda no Inverno quando os tecidos são mais agradáveis e nos aquecem como tanto precisamos. Além disso e apesar de existir um grande preconceito relativo aos pijamas como presente de Natal, quer-me parecer que toda a gente gosta de encontrar um bonito exemplar no seu sapatinho.

Claro que, a menos que vás oferecer uma lembrança a alguém mais afastado, não te safas apenas e só a oferecer um pijama a alguém como a namorada ou coisa que o valha. Se tens amor à tua saúde, não te metas nisso. Podes oferecer um pijama bonito ou sexy, mas sempre como complemento de outro presente ainda mais especial, ok?

De seguida, poderás encontrar algumas sugestões de pijamas quentes como o Inverno nos pede. Para saber mais informações sobre os produtos basta clicar na respectiva imagem. Qual o teu favorito? Gostas de receber pijamas de presente ou nem por isso? 



sexta-feira, 17 de novembro de 2017

#Filmes - Thor: Ragnarok



Sinopse
No filme da Marvel Studios, Thor: Ragnarok, Thor é preso do outro lado do universo, sem o seu martelo poderoso e encontra-se numa corrida contra o tempo para voltar a Asgard e imedir Ragnarok - a destruição do seu mundo e o fim da civilização Asgardiana - que se encontra nas mãos de uma nova e poderosa ameaça, a implacável Hela. Mas, primeiro precisa de sobreviver a uma luta mortal de gladiadores, que o coloca contra um ex-aliado e companheiro Vingador, Hulk. 

Opinião
Eu sei que o Desafio de Cinema foi na Segunda-feira, mas é que a pessoa foi ao Cinema, àquela sala com um ecrã gigante, onde ainda muita gente se enfarta de pipocas e incomoda os vizinhos com o barulho, com umas cadeiras confortáveis e onde se pode ver filmes antes de estarem à venda em DVD ou qualquer outra plataforma que te permita ver em casa. 

Antes que penses que te estou a tratar como uma criança de 3 anos, tenho a dizer em minha defesa que apenas fiz a descrição acima porque sinto que cada vez se vai menos ao Cinema. Pode parecer uma constatação absurda, mas se calha não é tanto assim. Eu até concordo que, por vezes, se torna bem mais agradável ver um filme no conforto da nossa casa, sem ter de partilhar espaço com desconhecidos e sem estar à espera de horários de exibição. Além de que, de facto, não é algo assim tão economicamente acessível para muita gente. 

Só que ir ao Cinema é também uma experiência única, a menos que sejas milionário e possas ter a tua própria sala de cinema em casa. E se há filmes que não iria gastar tempo e dinheiro a ver numa sala de Cinema convencional, existem outros que valem muito a pena assistir numa tela gigante. Como foi o caso do filme de que hoje venho falar, Thor: Ragnarok

Apesar de não ser o meu super-herói favorito, gosto bastante do nosso Thor, particularmente por se tratar de um Deus da Mitologia Nórdica o que lhe traz todo um outro fascínio e mistério. Afinal, são lendas escritas há centenas de anos e com muitos significados ocultos. Por outro lado, também gosto muito do protagonista, o gato do Chris Hemsworth, que provoca suspiros na mulherada de cada vez que aparece com um pouco de menos roupa. 

Passando ao filme propriamente dito, gostei bastante da premissa contida da irmã desconhecida que chega para ocupar o seu lugar no trono após a morte do pai e que foi interpretada de forma magistral, como aliás é seu hábito, por Cate Blanchett. Outra participação brilhante, embora curta, foi a do Sir Anthony Hopkins, como Odin. 

Foi muito interessante ver como é difícil para alguém habituado a ser poderoso e a vencer, ainda que com as dificuldades normais que alimentam este tipo de filmes, sente ao defrontar alguém manifestamente mais poderoso e que lhe destrói, de forma consecutiva, a auto-estima. Desta vez, o nosso Thor desde ao fundo do poço, onde se sente uma herói despojado da sua arma e dos seus poderes, para aprender que o seu poder está dentro dele e não depende das armas, pois pode canalizar esses poderes se os controlar. 

E não me posso esquecer do grande Hulk, que nos vem dar um ar da sua graça e a ajudar, mais uma vez, a salvar o dia. Muito engraçada a disputa entre dois egos enormes que, em vez de discutir assuntos de maior importância, passam uma vida a tentar convencer o outro de quem é o mais forte. Outra personagem à qual acho muita graça é o irmão, Loki, considerado muitas vezes o vilão, mas que encerra em si e nos apresenta de forma descarada o que toda a humanidade tem de forma inevitável, a capacidade de fazer o bem e a capacidade de fazer o pior. Resta saber que lado da moeda escolhemos, sendo que o que escolhemos hoje pode ser alterado amanhã... 

Portanto, agora que encontrei o amigo geek perfeito, que me leva a ver filmes como A Bela e o Monstro e Thor: Ragnarok, tudo aponta para que seja capaz de aparecer mais conteúdos deste género por estas paragens. Parece-te bem? Já foste ver o filme ao Cinema? Manda vir essas opiniões na caixa de comentários, pode ser?? 


quinta-feira, 16 de novembro de 2017

#Review - Tetley Super Tea



Depois do Verão interminável que tivemos este ano, por fim, chegou o frio e a chuva e o vento e todas aquelas coisas que caracterizam o Inverno. Está na hora de ir buscar as mantas e os cobertores fofinhos, os pijamas polares, os gorros, as luvas e os cachecóis. De ligar os aquecedores e de desfrutar das bebidas quentes e reconfortantes. 

Eu gosto muito do bom tempo, pelas possibilidades que se abrem e pela descontracção e leveza que só o calor permite. Contudo, já tinha muitas saudades de me enrolar na manta mais fofinha que tenho cá por casa enquanto me dedico às tarefas blogosféricas no meu portátil e, também, de poder bebericar a minha caneca de chá quentinho ao som de uma música agradável. 

Assim, com o tempo frio instalado, regressei ao meu ritual de chegar a casa, ligar o computador, vestir o pijama e preparar o meu belo chá para começar o serão em beleza e na melhor companhia. Foi ainda no final do Inverno passado que descobri uns novos chás da Tetley, através de uns vales de desconto que a marca disponibilizou. Logo que os vi em promoção, agarrei-me a uma embalagem de cada e vai de trazer para casa para experimentar. 


Gosto de sabores fortes, nada de chás desenchabidos ou deslavados. Tanto que o meu sabor favorito de sempre é o chá preto. Também gosto muito de infusões e sabores exóticos. O meu favorito de todos é o Boost, com arando vermelho e que promete ajudar a reduzir o cansaço e a fadiga. Fiquei de tal forma rendida que já chegou ao fim!

Na foto, temos ainda o Immune, nome apropriado para uma infusão de limão e gengibre, cuja função é apoiar o sistema imunitário. Confesso que não me apaixonou, até porque tenho um frondoso limoeiro no jardim de casa que me permite fazer chás com um sabor bem mais intenso e natural. Contudo, não posso dizer que não gostei e será, certamente, uma boa opção nesta época de gripes e constipações, para os menos afortunados que eu e que não tenham limões à distância de abrir uma janela. 


Começo já por falar do que menos me agradou, tanto que está quase cheio. O Detox, com seu sabor a hortelã e que pretende ajudar a proteger as células contra o stress oxidativo, não me convenceu de todo. Se calhar, como ainda tenho tantos e sou contra o desperdício, ainda lhe vou dar uma segunda oportunidade, mas ainda que me habitue, nunca será um favorito. Enjoa-me, que é que hei-de eu fazer?

Por fim, temos o Mind, que ajuda a manter a função cognitiva, coisa muito útil em toda e qualquer altura do ano, e com um sabor bem tropical que mistura ananás e toranja. Pessoalmente, gostaria que fosse um pouco mais intenso, mas a combinação é excelente e ficou em segundo lugar nas minhas preferências. Tanto que só me resta uma solitária embalagem que irá servir para me relembrar das alegrias do Inverno passado.

Já conhecias esta gama da Tetley? Qual o teu favorito? 

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

#Livros - O Sentido das Palavras, de Isabelle Fochier



Sinopse
A primeira vez... o primeiro amor... o primeiro perdão.
E se todos beneficiássemos da oportunidade de retroceder no tempo, e reviver momentos de outra maneira?
A complexidade das escolhas na idade das incertezas. 

Brian Russel é um adolescente de dezassete anos, que vive em perfeita harmonia com os pais, Christopher e Laura, e uma irmã mais nova, a Emma. 
O entendimento entre todos é perfeito, o percurso académico de Brian é idêntico, com o sonho de seguir as pegadas do pai e ingressar na universidade de engenharia. 
Quando conhece Marie Benoit, quase fruto de um acaso, a paixão entre ambos nasce instantaneamente. O que poderia ser uma simples história entre adolescentes banais, rapidamente se revela muito mais intensa e também preocupante, pois quando Marie engravida e escolhe uma saída, que a seus olhos é a melhor para o momento, as suas vidas vão precipitar-se numa sucessão de problemas graves. 

Que consequências surgem na vida de todos, quando se opta pelas soluções mais simples?
Até onde aguenta um cérebro sobrecarregado, quando sente que a vida lhe escapa por entre os dedos?
E como pode o pai, libertar o filho e deixá-lo à deriva, quando o seu próprio passado tem uma história carregada de intensidade, perigo e mentira?

Opinião
Antes de mais, tenho de agradecer à Chiado Editora, que gentilmente me cedeu este livro que tanto queria ler. Já todos conhecem a minha curiosidade mórbida, e não podia dormir descansada, depois de ler O Peso de um Segredo e descobrir que existia um outro livro que acompanhava a vida dos mesmos personagens, alguns anos depois. Não era possível ignorar que existia mais coisas para descobrir e, portanto, tive mesmo de me agarrar à sequela que, na verdade, foi publicada primeiro. 

Ao contrário do que seria de esperar, para mim fez todo o sentido começar pelo livro anterior, pois ajudou-me imenso a entender com muito mais clareza todas as referências que estão implícitas, por vezes, em pequenos pormenores, aparentemente insignificantes. Ou seja, permitiu-me compreender esta história e, especialmente, as consequências para todos os membros desta família invulgar e os seus sentimentos perante os acontecimentos. 

Já tinha acontecido, de forma ligeira com O Peso de um Segredo, mas foi radicalmente acentuado agora o meu antagonismo com este Brian. É impossível não admirar a sua inteligência invulgar e a sua capacidade de absorver o que importa e se adequar sem provocar tumultos na vida familiar, pelo menos até dada altura. Só que o rapaz tem uma forma insolente de ser e uma vontade irritante de querer impor aos outros as suas convicções e o que acha estar certo. 

Este fundamentalismo, por muito boa vontade que exista e por muito boas que sejam as intenções, é coisa para me encanitar e dar ânsias de dar um par de tabefes no menino que se acha o dono da verdade e do correcto. Depois, aquela mãe também me irrita um pouco pela forma submissa como trata o primogénito, sem se atrever a confrontar de forma directa e merecida, impondo os limites para o respeito que lhe é devido e colocando o garoto no seu lugar. 

Por fim, tenho mesmo de manifestar a minha preferência pela figura do pai de Brian, Christopher Russel. Gosto muito da forma coerente como é construída esta personagem e que nos apresenta, em cada detalhe e em cada atitude, um carácter acima da média, uma abnegação poucas vezes vista e uma capacidade de amar os seus que lhe marca inexoravelmente a vida. 

Em suma, o verdadeiro segredo do êxito destes livros são as personagens ricas e com imensas matizes, como são as pessoas que conhecemos, com coisas boas e más, e obrigando-nos a encontrar pontos de identificação com uns e de afastamento com outros. Por acaso, também aprecio bastante o final encontrado, pelo simbolismo de ciclo que encerra, por provar que o mesmo tipo de história de amor, com as devidas diferenças, pode ter desfechos paradoxalmente diferentes e, ainda assim, igualmente felizes. 

Agora, resta saber se a nossa autora nos irá brindar com mais episódios desta família ou, quem sabe, de personagens secundários que poderiam revelar alguns segredos e mistérios que ficaram por contar. Se a Isabelle ler este post, fica a dica de que gostaria muito de saber mais sobre o que se passa entre o melhor amigo da família e a irmã de Laura. Poderá ser um caminho? Ou teremos outros protagonistas em próximas obras? 

"Eu desesperei, quis estar de novo grávida, quis sentir-te dentro de mim, quis que tomasses conta de mim, como só tu sabes fazer, e por isto tudo que perdi, cometi o acto mais vil que um ser humano pode cometer, porque não pude voltar atrás no tempo. Não consegui recuperar-te e já não sei se me amas, mas peço-te que consigas, pelo menos perdoar-me, por te ter magoado tanto."

Podes encomendar o teu exemplar aqui, com 20% de desconto imediato e portes grátis.