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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Uma noite com... #68















Jamie Dornan
(mais conhecido, no momento, como Christian Grey)

P.S.: Nada como rever o galã do momento, agora que já estreou o último filme 50 Sombras. Temos fãs desse lado??

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

#Livros - Sinal de Vida, de José Rodrigues dos Santos



Sinopse
Um observatório astronómico capta uma estranha emissão vinda do espaço na frequência dos 1,42 megahertz. Um sinal de vida. O governo americano e a ONU são imediatamente informados. 
Um objecto dirige-se à Terra.

A NASA prepara com urgência uma missão espacial internacional para ir ao encontro da nave desconhecida. Tomás Noronha, o maior criptanalista do mundo, é recrutado para a equipa de astronautas. 

Começa assim a mais invulgar aventura do grande herói das letras portuguesas modernas, uma história de cortar a respiração que nos leva ao coração do maior mistério do universo. Será a vida um acidente ou resultará de um desígnio? Estaremos sós ou seremos um entre milhões de mundos habitados? 
A existência é um acaso ou tem um propósito? 

Sinal de Vida traz-nos José Rodrigues dos Santos, o escritor favorito dos portugueses, no apogeu das suas extraordinárias capacidades narrativas. Um romance empolgante que, pelo fio de uma intriga intensa e absorvente, nos interpela sobre a vida, o seu objectivo e o nosso lugar no universo. 

Opinião
A pessoa ainda não se tinha refeito do final da Trilogia do Lótus, com O Reino do Meio, quando descobre que, no mesmo ano, é lançado mais um calhamaço de José Rodrigues dos Santos. Sinceramente, não sei como é que este homem consegue escrever a este ritmo, sem perder o vigor nem a capacidade de nos deixar no fio da navalha ao longo de cada história. 

Mas quanto a isto, só a minha carteira se queixa por existirem novos livros que preciso ter com a máxima urgência! É a triste realidade da vida das pessoas remediadas que precisam fazer contas à vida a cada nova despesa. Só que quando se trata de comprar livros novos (ou usados), sempre se arranja um jeito, que a curiosidade pode matar. 

E assim me dediquei a mais uma leitura vertiginosa pela aventura de Tomás Noronha no Espaço. A verdade é que não sou a maior fã de ficção científica e quando li a sinopse pensei que seria isso que ia encontrar neste novo livro de José Rodrigues dos Santos. Não poderia estar mais errada. Claro que existe uma forte componente de fantasia, como sempre acontece, mas tudo bem sustentado numa base científica e com alguns factos históricos interessantes e que nos mostram o quanto desconhecemos sobre esta temática sobre a vida fora da Terra. 

O enredo acontece a uma velocidade vertiginosa, num instante estamos no Vaticano e no seguinte já estamos nos Estados Unidos, absorvidos pelo treino intenso e desgastante que os astronautas precisam fazer antes de ir para o espaço. Por entre os treinos, temos muita discussão sobre o que poderão encontrar neste contacto inesperado e muitos argumentos contra e a favor. 

Por fim, chegamos à viagem propriamente dita e os acontecimentos são assombrosos. A descrição da primeira vez que Tomás vê a Terra é deliciosa e quase que nos sentimos lá também. O que sucede nesta viagem é assunto proibido pois não sou adepta de spoilers e não quero mesmo estragar as surpresas que te esperam a cada novo capítulo. Porque é isso que vai acontecer. Quando pensas que sabes o que aconteceu, logo em seguida surge uma nova reviravolta e tudo muda. 

Mais um livro de leitura obrigatória onde José Rodrigues dos Santos explora um novo ponto de vista sobre a existência da Vida, através dos olhos da Biologia. Já leste Sinal de Vida? O que esperas para descobrir um pouco mais sobre os mistérios da Vida?

"O professor é um herói para muita gente, um homem comum que a todos representa, com a vantagem de possuir capacidades inigualáveis de decifração de enigmas. Além do mais, sendo português, vem de uma nação de grandes descobridores. O navegador que iniciou a globalização, Vasco da Gama, era português. Mais, o primeiro homem a dar a volta ao planeta, Fernão de Magalhães, também era português. Os seus antepassados foram os primeiros a cruzar os três grandes oceanos de uma assentada e chegaram aos cantos mais remotos da Terra, do Brasil ao Japão, de Angola ao Tibete, de Cabo Verde à Indonésia, da Índia à Austrália. Cruzaram-se com culturas diversas e tornaram-se intermediários de todas elas. Porque não fazer o mesmo no espaço?"

Podes encomendar o teu exemplar de Sinais de Vida aqui, com 10% de desconto imediato e portes grátis.

Outros livros de José Rodrigues dos Santos com opinião publicada: 

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

#Review - Verniz Avon Gel Finish Roses are red



E cá estamos de volta com mais uma review de uma gama de vernizes que tem sido a minha perdição. Na verdade, a sua relação qualidade-preço deixou-me rendida desde o primeiro a que pus a mão, ou as unhas. Além de ter um acabamento fantástico, a sua resistência é muito acima da média habitual, ainda por cima, é fácil encontrar promoções onde o preço se transforma ainda mais imperdível. 

Estamos a falar, desta vez, de um vermelho tão lindo que dá vontade de andar sempre a exibir as unhas de tão bonito que fica e do quanto enaltece a elegância das mãos. Este foi o verniz que escolhi usar no Natal, pois pareceu-me perfeito para a ocasião. Portanto, o meu objectivo era partilhar contigo esta sugestão natalícia, o que não foi possível pelos motivos que têm atrasado as publicações aqui no estaminé. 

No entanto, um vermelho como este faz a diferença em qualquer altura do ano. Mais ainda neste Inverno tão gelado. Nada como um boost de cor para animar o espírito quando o céu se encontra tão cinzento, não é mesmo? Sempre a correr contra o tempo, só passados cinco dias é que consegui tirar a foto que se segue. 


Como podes ver, começaram a aparecer algumas falhas na mão esquerda, embora a direita se tenha mantido perfeita mais um pouco. Portanto, durabilidade aprovada, que durar cinco dias nas minhas mãos trapalhonas é coisa de valor. Já conhecias esta gama? E esta cor? 


Outros vernizes Avon Gel Finish:

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

As mulheres masturbam-se?



Cada vez me convenço mais de que se fala muito pouco sobre sexo. Quer dizer, fala-se mais do que no tempo dos nossos avós, é certo. Só que se fala em tom de brincadeira, na palhaçada com os amigos numa noite de copos em que se contam histórias engraçadas. No fundo, fazem-se muitas piadas sobre o assunto, mas fala-se pouco a sério e ainda menos em termos pessoais. 

Claro que é compreensível que a malta não se ponha a discorrer sobre a sua vida sexual com o primeiro conhecido que lhe aparece pela frente. Existem coisas que são íntimas e gostamos de tratar com alguma contenção e até protegemos de olhares indiscretos para que a nossa sexualidade não acabe a ser tema de conversa e de piadas várias. 

O problema é que esta falta de diálogo faz com que muitos mitos ainda andem por aí e imensos preconceitos continuem a existir. Preconceitos como o número de parceiros sexuais aceitável ou mitos como o de que existem mulheres que não gostam de sexo. Gostaria de acreditar que o tempo de mitos e preconceitos pertence a séculos passados mas, infelizmente, basta olhar à nossa volta para perceber que não é bem assim. 

É por isso que ainda faz sentido, em 2018, em pleno século XXI, falarmos de masturbação feminina. Porque ainda existe a ideia absurda de que as mulheres não se masturbam. E as que admitem fazê-lo são umas grandes malucas que só querem é regabofe. No fundo, ainda é um tema tabu mesmo entre mulheres, o que se dizer quando se mete homens na conversa? Dificilmente irão assistir a uma conversa honesta e sincera. 

A verdade, meus amigos, é que as mulheres se masturbam, sim. Pelo menos, todas aquelas que se sentem bem com o seu corpo e aceitam a sua sexualidade como algo natural. Mulheres de uma geração livre, em que se sentem donas e senhoras do seu corpo e do seu destino. Em que olham para os seus desejos e vontades como primordiais. Regra geral, são mulheres que conhecem o seu corpo e o que mais lhes dá prazer. Algo de grande utilidade na hora de partilhar a intimidade com alguém. 

Depois, desenganem-se que as mulheres só se masturbam quando não têm parceiro sexual. Essa é a outra parte do mito da masturbação feminina e que talvez afecte também os homens um pouco. A pessoa pode perfeitamente ter namorado ou marido e, ainda assim, ter vontade em determinado momento de se satisfazer a solo. E isso não significa que esteja mal com a sua vida sexual a dois. Uma coisa não precisa obrigatoriamente de estar relacionada com a outra, ok? 

Portanto, fiquem a saber que a masturbação é uma coisa natural e não tem mal nenhum falar disso. Não como forma de nos expormos, mas como forma de desmistificar o tema para que, no futuro, cada vez mais mulheres se sintam livres e donas do seu corpo. E tu? Achas a masturbação normal ou ainda tens algum preconceito quanto a este assunto?  

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Desafio de Cinema (48/52) - Ano em que nasci



Ainda nos encontramos na recta final do Desafio de Cinema e regressamos com o melhor filme de todos os tempos. Ainda por cima, rodado durante o ano em que a minha pessoa nasceu! Lá poderia existir melhor combinação, minha gente? Tenho andado este tempo todo a ansiar pela momento em que irei partilhar contigo o filme mais inesquecível da minha vida, com um dos homens mais bonitos dos anos 80.

É um filme intemporal que, apesar de ser fruto de uma pequena produção com poucos recursos financeiros, transformou-se num filme de culto em todo o mundo. Pela parte que me toca, tento sempre evangelizar toda a gente para ver este filme nem que seja por uma vez apenas. A sério que ainda não adivinhaste de que filme estou a falar?? De Dirty Dancing, claro!

Como esquecer do momento em que vemos Johnny Castle pela primeira vez a dançar e a dar um show? Impossível descolar o olhar deste homem e do carisma que emanava Patrick Swayze, sem esquecer a forma apaixonada como dançava. Aqui aprendemos a força que a dança pode ter e como pode ser factor de união e de amor.

Todas as adolescentes (e não só) terão chegado ao final deste filme a desejar ardentemente encontrar o homem que as iria transformar em bailarinas talentosas e ainda lhes aquecer o coração com um amor de Verão como o de Baby e Johnny. É um filme para almas apaixonadas, com danças incríveis e frases icónicas, que conta uma história que certamente vais querer conhecer!

E tu, já conhecias este filme? Qual o teu momento favorito do filme?  


Sinopse
Estamos no Verão de 1963.

Baby, como a família ainda lhe chama, é uma adolescente idealista de 17 anos, em férias com a família numa estância de Verão. Uma noite, enquanto conhece o local, é atraída por uma música vinda do alojamento dos empregados. É lá que conhece Johnny Castle, um professor de dança, por quem se apaixona de imediato. 

Quando Penny Johnson, a parceira de dança de Johnny, fica grávida, Baby oferece-se para a substituir. É aí que começa a treinar com Johnny tornando-se a sua aluna preferida, tanto na dança como no amor. 

A actuação dos dois no hotel é um enorme êxito, mas o pai, quando descobre, não gosta, pois considera Johnny de classe social inferior. Mas o convívio diário que mantiveram nessa semana leva-os a apaixonarem-se um pelo outro, e nem a vontade dos pais os vai afastar.

Um musical que marcou uma geração, e que continua a ser um dos mais memoráveis êxitos do cinema. 


Acompanha o Desafio de Cinema - 52 Filmes em 52 Semanas e vê todos os temas.