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quinta-feira, 19 de abril de 2018

#Livros - As Cinquenta Sombras de Grey, de E. L. James



Sinopse
As Cinquenta Sombras de Grey é um romance obsessivo, viciante e que fica na nossa memória para sempre. 

Anastasia Steele é uma estudante de literatura jovem e inexperiente. Christian Grey é o temido e carismático presidente de uma poderosa corporação internacional. O destino levará Anastasia a entrevistá-lo. No ambiente sofisticado e luxuoso de um arranha-céus, ela descobre-se estranhamente atraída por aquele homem enigmático, cuja beleza corta a respiração. Voltarão a encontrar-se dias mais tarde, por acaso ou talvez não. O implacável homem de negócios revela-se incapaz de resistir ao discreto charme da estudante. Ele quer desesperadamente possuí-la. Mas apenas se ela aceitar os bizarros termos que ele propõe... Anastasia hesita.

Todo aquele poder a assusta - os aviões privados, os carros topo de gama, os guarda-costas... Mas teme ainda mais as peculiares inclinações de Grey, as suas exigências, a obsessão pelo controlo... E uma voracidade sexual que parece não conhecer quaisquer limites. Dividida entre os negros segredos que ele esconde e o seu próprio e irreprimível desejo, Anastasia vacila. Estará pronta para ceder? Para entrar finalmente no Quarto Vermelho da Dor? 

Opinião
Como cumpro sempre as minhas promessas, estou de regresso com o início, na versão escrita, da saga que abriu a porta grande para toda a literatura erótica dos últimos anos, As Cinquenta Sombras de Grey. E foi com genuína vontade que o fiz, depois de me ter sido espicaçada a curiosidade com o primeiro filme. Nunca antes me tinha sentido minimamente interessada na história, não existia nenhum motivo que me fizesse interessar de forma genuína, sem ser apenas por se tratar do livro da moda. E eu não sigo modas, muito menos literárias.

Só que, entretanto, fui fisgada e só descansei quando tive nas mãos todos os três volumes, que a pessoa já não tem idade para ficar à espera para saber o que se irá seguir, o que irá acontecer com as personagens com quem desenvolvemos laços. Mais uma vez, caí na armadilha pois descobri que ainda existe um livro que falta ser publicado o que já anda a dar comigo em doida. De uma forma mais suave, mas ainda assim, é mais do mesmo. Mais tarde voltamos a falar disto, ok?

Quero começar por referir algo que me esqueci quando estava a falar do filme, que foi a fantástica banda sonora do mesmo. Ainda antes de assistir, já me tinha apercebido que tinha música muito boa associada a esta saga e, agora que comecei a ler, faz todo o sentido. As referências musicais são uma constante ao longo de todo o livro e são muito agradáveis de perceber e compreender todos os segundos sentidos que lá se encontram.

O que torna esta história especial é mesmo a premissa de termos um homem atormentado pelo seu passado que opta por um estilo de vida onde não existe risco de sentir algo por alguém e, consequentemente, não existe risco de se magoar e de se expor. Até que conhece a nossa doce Anastasia, aparentemente, desejosa de ser dominada e servir. O problema é que as aparências enganam e Christian deveria saber isso melhor do que ninguém.

A atracção que sentem um pelo outro é muito desconcertante para ambos os protagonistas e fá-los questionar tudo o que pensavam ser correcto. Só me parece muito improvável encontrarmos uma mulher de 22 anos, a terminar a sua licenciatura, ainda virgem. Parece feita de encomenda para um homem tão retorcido, não?

O que é certo é que o seu relato, com toques de inocência e de um humor inesperado, torna tudo muito mais ligeiro do que poderia parecer à primeira vista. Os momentos pesados e dramáticos são invariavelmente interrompidos com uma das suas tiradas, faladas ou pensadas, que dão verdadeira vontade de soltar uma gargalhada.

O espaço temporal desde que se conhecem até que se apaixonam é tão curto, o que não seria necessariamente estranho, não fosse o facto de que tudo lhes acontece. Cada dia é uma montanha-russa que ora os aproxima, ora os afasta. Fica muito difícil acompanhar a volatilidade das suas atitudes, sinceramente. Mais difícil ainda é perceber o tipo de relação que estão a criar, dada a inexperiência amorosa de ambos.

Ler o livro permitiu-me, também, verificar que a adaptação ao Cinema do primeiro livre foi muito fiel ao original, sem grandes alterações e sem roubar momentos essenciais da história. Agora, vamos ter mesmo de falar de sexo, pessoas. Porque este livro tem sexo em tudo o que é sítio. E a nossa autora não sofre de qualquer problema de imaginação, pois consegue recriar sempre cenários diferentes, com brinquedos diferentes, posições e lugares estão presentes a todo o momento.

Honestamente, não encontrei neste volume nada que me chocasse a sério. Só posso dizer que Mr. Grey sabe como surpreender uma pessoa e que tem muitos recursos. Considero que fazem sentido as cenas de sexo, pois contam também uma história sobre cada um e sobre ambos enquanto casal. Agora as descrições tornam-se um tanto ou quanto redundantes e repetitivas a dada altura. Não será fácil escrever sobre actos sexuais, mas mesmo assim esperava um pouco mais de criatividade vindo de alguém que a demonstrou em tantos outros aspectos.

Foi a curiosidade que me impeliu a ler os livros para descobrir a fundo o destino destes dois loucos e é isso mesmo que pretendo fazer com o próximo livro que já se encontra na minha mesa de cabeceira! Quanto a ti, conta-me nos comentários se gostas d'As Cinquenta Sombras de Grey. Qual a parte que mais gostas? O que te fez continuar a ler? 

"Não queria que ele se fosse embora. Pela primeira vez, desejava que ele fosse normal - que quisesse uma relação normal que não precisasse de um acordo de dez páginas, um chicote de fitas, e mosquetões no tecto da sala de diversões."

Podes encomendar o teu exemplar na Wook, com 10% de desconto em cartão e portes grátis. Ou encomendar a tua versão em inglês na Book Depository, com 9% de desconto imediato e portes grátis para todo o mundo. 

quarta-feira, 18 de abril de 2018

César e Gabriela - Relação doentia ou actores revelação?



Este ano de 2018 trouxe novidades no que toca a Reality Shows em Portugal. Primeiro, o regresso da Casa dos Segredos e, depois, um novo apresentador na sétima edição deste fenómeno televisivo. Ao contrário do que seria de esperar, não é Manuel Luís Goucha o motivo para vir finalmente debruçar-me sobre o programa. 

Já não 14 anos depois, mas 18 anos depois da primeira aventura, continuamos a ver a repetição no comportamento humano, quando se misturam pessoas que não se conhecem, em ambiente fechado e controlado. Muitas discussões. Demasiadas paixonetas. Algumas empatias sinceras e que culminam em amizades verdadeiras, mesmo quando a aventura termina e a vida real começa. 

Depois de ter comentado a Vitória esmagadora da Helena, na edição anterior, volto a sentir-me compelida a falar na Casa dos Segredos e nos seus protagonistas. Porque esta é, de facto, uma edição diferente e que nos apresenta novos enredos. Logo a começar, um casal homossexual, casados e com uma estratégia que tem ludibriado todos os companheiros e apaixonado todos os portugueses. Se contribuírem para diminuir o preconceito e a homofobia numa pessoa que seja, já terá valido a pena a sua participação. 

Quanto à noite de sexo inconsequente que tanto deu que falar na semana passada e que muito contribuiu para a expulsão do intragável Nuno, nem é preciso falar porque os factos falam por si. Poderia ter sido algo banal ou, pelo menos, sem grande polémica associada, não fossem as atitudes de um e de outro nos intervalos entre o primeiro beijo e a queca propriamente dita. Fora isso, nada mais existe a acrescentar e a mim não me apetece falar nisso. 


O que me tem feito comichão na planta dos pés é apenas e só aquela relação conturbada de César e Gabriela. Se a mim, que estou cá fora e apenas vejo os resumos do que se passa, me irrita sobejamente o que este casal nos dá, eu só posso imaginar o inferno que deverão viver aqueles pobres coitados que partilham a casa com eles. Assistir às suas discussões de manhã, de tarde e de noite, serem arrastados para elas, porque cada um luta pelo apoio dos outros residentes, terem de suportar os gritos da Gabriela e os seus intermináveis ataques de choro seriam razões mais do que suficientes (e mais válidas que muitas que tenho ouvido ao longo de 18 anos) para pedir para sair com máxima urgência. 

Se a princípio pareciam inseguranças derivadas da sua experiência passada e da sua tenra idade, passado pouco tempo, a conclusão mais óbvia estava relacionada com problemas psicológicos graves e que precisam de tratamento urgente, sob pena da rapariga surtar de vez e ter como destino final uma qualquer casa psiquiátrica. Por fim, chegaram as teorias mais conspirativas, onde ninguém consegue acreditar que alguém mantenha uma relação, de tal ordem doentia, por longos cinco anos. 

É nesta altura em que começamos a acreditar em tudo, só para não ter que considerar real o que os nossos olhos nos dizem. É impossível sobreviver numa relação assim, certo? Surgem, assim, os primeiros rumores de que esta é uma estratégia combinada por ambos previamente e que estão a representar papéis, com o único intuito de dar nas vistas e garantirem o protagonismo nesta edição. 

A questão é, será possível fingir um comportamento tão peculiar e extremado por tanto tempo? Será que estamos perante uma relação doente e onde ambos precisam de ajuda para ser felizes? Ou serão ambos dois actores de mão cheia que nos andam a enganar a todos? Diz-me, nos comentários, qual a tua opinião sobre estes dois, César e Gabriela. 

terça-feira, 17 de abril de 2018

#Review - Fones Brainwavz M100



Estou de regresso com uma marca pela qual tenho muito apreço e estima, não só por ser uma das primeiras parceiras do blog, mas por me terem permitido descobrir os melhores fones que conheço e que não custam os olhos da cara e mais um bocadinho. Com a Brainwavz podes ter som de qualidade, prático, com uma estética apurada sem haver necessidade de vender um rim.

Claro, que não se tratam de produtos cujos preços possam competir com os absurdos e ridículos valores que são praticados em lojas de qualidade duvidosa. Estou a compará-los com marcas reconhecidas e procuradas pela sua garantia de qualidade. Se é isso que procuras nos teus próximos fones, tens mesmo de conhecer a Brainwavz e a sua gama diversificada de produtos.


Desta vez, recebi em casa os Brainwavz M100 para experimentar, algo que tenho feito há largos meses. Na verdade, foram bem mais do que os que estavam previstos na minha mente. Esta Review foi sendo adiada até se tornar embaraçoso tanta demora. Contudo, isto também significa que a minha opinião está melhor fundamentada do que nunca, pois utilizei estes fones com uma frequência acima da média.

Tanto que os M100 se encontram, a tempo inteiro, na minha mesa de cabeceira e são os meus auxiliares todas as noites no que toca a assistir a vídeos e ouvir música no Spotify, sem acordar a casa toda. Em suma, somos melhores amigos numa relação que promete ser duradoura, afinal estamos a falar de uns fones que te dão uma garantia de 24 meses em todos os seus produtos. Mais uma prova da sua qualidade, não é?


Para saberes as características dos Brainwavz M100 e todos os acessórios incluídos podes verificar tudo aqui. O que dizer mais sobre estes lindos fones? Com eles tenho som de qualidade, material resistente, sem problemas de nós impossíveis de desfazer com o bónus extra de ter um design elegante e que dá vontade exibir em público.

Estes podem ser teus por menos de 90 dólares e posso apostar que não te irão desiludir! Já conhecias a Brainwavz? Quais os teus fones favoritos? 

Brainwavz no blog: 

segunda-feira, 16 de abril de 2018

A Banda Sonora da Semana #4



E não é que isto d'A Banda Sonora da Semana está a correr bem e já vamos para a quarta edição? Quem haveria de dizer que iria ser capaz de me manter tão focada e organizada, sendo capaz de levar este desafio auto imposto a bom porto, semana após semana. Bem, é melhor não exagerar nas lisonjas a mim própria, certo? Que isto pode correr mal um dia destes e depois a pessoa fica frustrada e irritada. 

O que queres ver na Banda Sonora desta semana? 

Efemérides de 16 de Abril:

Dia Mundial da Voz
1889 - Nasceu Charlie Chaplin, actor e produtor cinematográfico britânico.
1927 - Nasceu o Papa Bento XVI.
1972 - Morreu Yasunari Kawabata, escritor japonês.

Após a referência a algumas das efemérides deste dia, pretendo focar-me na actualidade e em assuntos que muito deram que falar na semana transacta. Como, por exemplo, o comentário do nosso ex primeiro-ministro, José Sócrates, acerca do que se passa no Brasil com o seu ex Presidente, Lula da Silva. Irónico ouvir o português defender o brasileiro com o argumento de que estão a viver a mesma situação, a mesma injustiça perante acusações que não parecem capazes de refutar devidamente. 

Enquanto o nosso Sócrates pretendia dizer que eram ambos vítimas inocentes de uma conspiração para os tornar culpados de crimes que não cometeram. Bodes expiatórios, pobres coitados. Quando ouvi, concordei com a afirmação na integra. Não atribuindo necessariamente o mesmo significado, mas pareceu-me uma afirmação lógica. Afinal, falamos de dois políticos, que ocuparam cargos do mais alto poder, alegadamente corruptos e que se concentram mais em atacar a Justiça por os investigar do que em procurar defender-se de crimes que afirmam não terem cometido. Fará sentido para ti? 

O outro assunto da semana e que me toca um pouco mais, é a crise que se instalou em Alvalade e no meu querido Sporting Clube de Portugal. Não é um assunto que seja muito presente no blog até porque não sou uma adepta assim tão atenta ao que se passa no Futebol português e no meu clube em particular. Só que já não consigo continuar a ignorar as alarvidades que têm sido proferidas pelo fulano que ocupa a presidência do meu clube. 


Como declaração de intenções quero deixar claro que não sou sócia do Sporting, apenas adepta do clube. Nunca fui fã nem tão pouco tive esperança de que este fosse o presidente da mudança e das vitórias. Parece-me apenas alguém com muita sede de glória pessoal e que a pretendia alcançar através do Sporting. Lamentavelmente não foi bem sucedido e ainda ameaça arrastar este grande clube nacional para um cenário inacreditável.

Resta-me desejar que os sócios percebam a fraude e novas soluções se façam ver no panorama presidencial. Porque é inadmissível colocar toda uma equipa em cheque, suspendê-la através do Facebook e esperar respeito com semelhantes atitudes. Quem achar o contrário, mais do que não perceber nada de Futebol, não percebe nada de pessoas. 


Para terminar com uma nota positiva e que dê animo à semana que hoje começa quero homenagear Charlie Chaplin, com o poema que escreveu e que no vídeo foi imortalizado por Nat King Cole. Existem também outras versões interessantes, como a de Michael Jackson ou da nossa Mariza. 

Deixa o teu comentário sobre o tema que preferiste. Políticos corruptos? Presidentes sem noção? Ou ficaste pela linda música e os seus maravilhosos intérpretes? 

quinta-feira, 12 de abril de 2018

7 Razões porque eu amo Lisboa



Antes de terminar a semana e já de olho nas próximas férias que se fazem esperar com desespero, nada como recordar alguns dos motivos que me fazem ser apaixonada pela minha linda Lisboa. É um amor antigo, ao qual já fiz inúmeras referências, como aconteceu aqui

Será esse o meu destino, ainda durante este mês, rumar à capital e matar as saudades da família e da minha cidade, tão bela, misteriosa, envolvente e apaixonante. Lisboa está na moda e é inteiramente merecido. Aliás, os turistas do mundo demoraram foi muito tempo a descobrir esta pérola escondida na ponta de Europa. 

Portanto, enquanto preparo as malas, decidi preparar também uma lista com sete razões porque eu amo Lisboa. Muitas mais existem, com toda a certeza, mas a pessoa não tem vida para escrever um post interminável, nem tu estás disposto a esperar ad eternum pela publicação do dia, sem que ela veja a luz do dia. Antes de te debruçares sobre as minhas razões, convido-te a ouvires a minha playlist com as melhores músicas sobre Lisboa e absorveres todos os encantos de que te vou falar. Tudo a postos para as razões?

1. A luz de Lisboa
A primeira razão aqui referida terá de ser a fantástica luz de Lisboa. Em dias soalheiros, que nem precisam de ser de Verão declarado, toda a cidade fica com uma luz deslumbrante que dá vontade de fotografar e favorece a maioria das fotos. 


2. Vista sobre o Rio Tejo
Como resistir ao deslumbramento de ter o Tejo aos pés? Então quando ele nos aparece no campo de visão de forma inesperada, é de cortar a respiração!


3. As Colinas e os Miradouros
Existirá vista mais deslumbrante do que a de Lisboa em qualquer um dos seus Miradouros? A foto que se segue é a vista do Miradouro que mais aprecio, o da Graça. Tantas tarde, tantas noites passadas neste local com amigos de verdade, café delicioso e os olhos a perderem-se pela paisagem...


4. Uma cidade com História
O que mais me apaixona é encontrar um pedaço da História do nosso país em cada canto e recanto. Por vezes, até em lugares inesperados. Existe sempre um monumento, um museu, um edifício histórico, uma igreja, enfim, uma pérola pronta a ser descoberta pelos mais curiosos e audazes.


5. Pastéis de Belém
Se não sabes do que falo, não imaginas o que andas a perder! Os pastéis de nata, como o da foto, são excelentes. Mas os Pastéis de Belém são uma iguaria do outro mundo!


6. Santos Populares
Eu que nem sou nada dada a festas e arraiais, sou uma acérrima apreciadora das Festas da minha cidade. Não sou a maior fã das Marchas, embora goste de acompanhar os resultados todos os anos, nem como sardinhas tão pouco, mas não resisto à animação e às cores que invadem a cidade. Os cheiros são mais intensos, as pessoas mais acessíveis e os bairros tornam-se locais ainda mais pitorescos para explorar. Só te digo mais uma vez, os Santos Populares em Lisboa são imperdíveis!


7. Existe tudo em Lisboa! 
Este talvez seja o grande factor diferenciador de uma cidade grande, como Lisboa. Podes encontrar actividades, eventos, formas de entretenimento adequadas a todos os gostos que existem ou ainda estejam por inventar.
Recordo-me perfeitamente de ler uma passagem no livro Um Milionário em Lisboa, onde o nosso protagonista referia como tudo se podia encontrar em Lisboa. A cidade e os seus confortos, a praia, a serra e, na época, até a província estava mais próxima.


Como já referi, muito mais haveria para dizer sobre esta cidade que eu amo e da qual morro de saudades. Não só da capital, mas da miúda destemida e despreocupada que fui nos tempos em que vivi em Lisboa. Estas foram as sete razões que decidi enumerar, mas ficarei a aguardar pelas tuas razões na caixa de comentários! O que mais te apaixona em Lisboa?